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Notícias / Brasil

Monark diz que Flow poderia ter ‘peitado’ seu cancelamento

“A gente poderia ter vencido uma batalha numa guerra”, disse o podcaster que defendeu a legalização do partido nazista

Fabio Previdelli Publicado em 08/06/2022, às 17h27

O podcaster Monark - Divulgação / Youtube (Flow Podcast)
O podcaster Monark - Divulgação / Youtube (Flow Podcast)

O podcaster Bruno Aiub, popularmente conhecido como Monark, se envolveu em uma enorme polêmica, em meados de fevereiro deste ano, quando apresentava o Flow Podcast. Na ocasião, o programa recebia os deputados federais Kim Kataguiri e Tabata Amaral quando Monark declarou que defendia a existência de um partido nazista.

Posteriormente, devido a enorme repercussão em torno da fala, o apresentador acabou sendo desligado dos Estúdios Flow. Em recente entrevista ao jornalista Rica Perrone, porém, Aiub diz acreditar que a situação poderia ter sido resolvida sem a necessidade de seu desligamento. 

“Se eu fosse cancelado e tivesse ficado no Flow, se a gente tivesse lutado de frente contra essa onda [do cancelamento] ao invés de só dar o meu corpo para ver se acalmava a turma raivosa, eu acho que poderia ter ido por um caminho muito legal. A gente poderia ter vencido uma batalha numa guerra”, declarou Monark. 

Acho que dava para ter peitado, mas vai saber, né? Era mais arriscado peitar do que não [peitar]”, completou. 

Relembre o caso 

No início de fevereiro, durante o episódio número 545, já deletado, do programa ‘Flow Podcast’, o ex-apresentador Bruno Aiub, ou Monark, como é conhecido na internet, expressou sua definição de ‘liberdade de expressão’ e defendeu a legalização de um partido nazista durante conversa com os deputados federais Kim Kataguiri e Tabata Amaral.

A esquerda radical tem muito mais espaço do que a direita radical. As duas tinham que ter espaço, na minha opinião. Eu acho que tinha que ter um partido nazista reconhecido pela lei. As pessoas não têm o direito de serem idiotas? Se o cara quiser ser antijudeu, eu acho que ele deveria ter o direito de ser", disse.