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Na busca pela origem da covid-19, Biden alfineta China: 'Continua rejeitando os apelos à transparência'

Presidente diz que o governo chinês não tem colaborado

Redação Publicado em 28/08/2021, às 12h41 - Atualizado às 12h52

Joe Biden
Joe Biden - Getty Images

Desde que a pandemia de covid-19 afetou o mundo em 2020, uma das maiores buscas atuais feitas por cientistas é saber a origem do vírus. Com o primeiro caso ocorrido em Wuhan, a China se tornou palco de investigações sobre o tema.

Na última, sexta-feira, 27, Joe Biden, presidente dos EUA, disse que o governo da China ‘tem trabalhado para evitar que os pesquisadores’ encontrem ‘informação crucial’.

A divulgação de um relatório feito pelo país resultou nas críticas de Biden através de um comunicado.

"Existe informação crucial sobre as origens desta pandemia na República Popular da China, mas desde o princípio, os funcionários do governo chinês têm trabalhado para evitar que os pesquisadores internacionais e membros da comunidade de saúde pública mundial tenham acesso a ela", explica ele.

Com o recibimento do relatório, o presidente solicitou um prazo de 90 dias para os serviços de inteligência do país redobrarem os esforços e conseguirem explicar a origem da covid-19, que já matou 4 milhões de pessoas ao redor do mundo.

“Até o dia de hoje, a República Popular da China continua rejeitando os apelos à transparência e retendo informação, inclusive quando o número de vítimas desta pandemia continua aumentando”, diz Biden.

Através de um resumo do relatório, é relatado que o coronavírus não fora gerado como uma 'arma biológica' e que não teria sido projetado 'geneticamente'. No entanto, parte dos cientistas continuam acreditando que a covid-19 foi originada através de um acidente de laboratório.