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Para evitar falência de bar, clientes decidem comprar todo o estoque de cervejas

O estabelecimento em Toronto, no Canadá, enfrenta dificuldades para continuar ativo em meio à pandemia do novo coronavírus

Redação Publicado em 05/12/2020, às 11h53

Imagem ilustrativa de cerveja
Imagem ilustrativa de cerveja - Divulgação/Pixabay

De acordo com informações publicadas neste sábado, 5, pela CNN, um bar localizado em Toronto, no Canadá, irá conseguir sobreviver à pandemia da Covid-19 depois que os clientes do estabelecimento se uniram para comprar todo o estoque de cerveja do local — o que rendeu para a dona o dinheiro necessário para que ela impulsione o fluxo de caixa.

Segundo revelado na publicação, a canadense Abra Shiner abriu o bar chamado Swan Dive, há cinco anos e desde então tem uma clientela fiel. Após Shiner ter que fechar as portas de seu estabelecimento em meio á pandemia do novo coronavírus, a mulher decidiu pedir ajuda para sua comunidade através das redes sociais.

Temendo não ter dinheiro para pagar o aluguel do local no final do mês, a mulher escreveu em seu Facebook pedindo para que os clientes do Swan Dive comprassem toda a cerveja do estoque. A atitude da mulher funcionou e seu post se tornou viral, com mais de 20 mil visualizações.

Em pouco tempo, a dona do local conseguiu vender mais de 90 caixas e agora só tem mais duas em estoque. “Nossa comunidade nos salvou completamente", disse a proprietária do bar, em entrevista à CNN.

Agora, Abra prevê que com a junção da quantia arrecadada com o subsídio federal de aluguel, ela consiga manter seu negócio até que ele possa ser aberto novamente com segurança, o que as autoridades do Canadá acreditam que irá acontecer em março de 2021.

De acordo com as últimas informações divulgadas pelos órgãos de saúde, atualmente, o Canadá registra 402.572 mil casos de infecção pelo novo vírus, até o momento 12.496 mil pessoas morreram em decorrência da doença no país.

Sobre a Covid-19

Em 1º de dezembro de 2019, há um ano, o primeiro paciente apresentava sintomas do novo coronavírus em Wuhan, epicentro da doença na China, apontou um estudo publicado na revista científica The Lancet em fevereiro deste ano.  

De lá pra cá, a doença já infectou mais de 65 milhões de pessoas ao redor do mundo, totalizando mais de 1.520.478 milhão de mortes, sendo mais de 175 mil delas apenas no Brasil, que está no segundo lugar entre os países onde mais pessoas morrerem por complicações da Covid-19. O primeiro deles é os EUA, com mais de 279 mil.

Atualmente, o Brasil enfrenta a segunda onda de contaminações pelo vírus, o que levou o prefeito de São Paulo, João Dória, a afirmar no último dia de novembro que certas regiões do estado precisariam voltar à fase amarela.