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Notícias / Dom Phillips e Bruno Araújo Pereira

Segundo PF não houve mandante ou organização no assassinato de Dom e Bruno

Perícia confirmou nessa-feira,17, que o corpo encontrado é o de Dom Phillips

Redação Publicado em 17/06/2022, às 17h55

Dom Phillips e Bruno Araújo Pereira - Divulgação/Arquivo pessoal
Dom Phillips e Bruno Araújo Pereira - Divulgação/Arquivo pessoal

Segundo a Polícia Federal , não houve participação de organização criminosa ou de um possível mandante por trás da morte do indigenista brasileiro Bruno Pereira e do repórter inglês Dom Phillips, no Amazonas. A nota foi divulgada nessa sexta-feira, 17. 

A PF divulgou hoje que as investigações apontam que não há mandante para o crime. A Unijava (União dos Povos Indígenas do Vale do Javari), em nota, afirmou que: "não concorda com o desfecho da Polícia Federal que afirma não haver mandante para o crime que culminou na morte de Dom e Bruno". As informações são do UOL.

As investigações continuam e o inquérito busca descobrir se existem outros suspeitos no assassinato. "Com o avanço das diligências, novas prisões podem acontecer", informou a PF em nota. Além disso, indígenas ainda estão na busca pelas embarcações utilizadas por Bruno e Dom quando ocorreu o desaparecimento. 

Até agora, foram presos o pescador, Amarildo da Costa Oliveira, que confessou ter esquartejado e enterrado a dupla, e seu irmão Oseney da Costa Oliveira. Segundo a Unijava, o indigenista Bruno era ameaçado por garimpeiros, madeireiros e pescadores.

Corpos encontrados

Os restos mortais foram localizados nessa quarta-feira, 15, no local sinalizado por Amarildo, cerca de 3,1 km da região onde ocorreu o crime e foram encontrados pertences de Bruno e Dom

Os corpos chegaram a Brasília, por volta das 18h34 e foram encaminhados ao Instituto Nacional de Criminalística, a perícia confirmou nessa sexta-feira,17, o corpo de Dom Phillips. 

Em uma coletiva que ocorreu nessa quinta-feira,16, o delegado da polícia civil do Amazonas, Guilherme Torres, afirmou que a equipe de busca navegou por 1h40 pelo rio Itaguaí e depois caminhou por 25 minutos pela mata para chegar até o local e descarregar os corpos.