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Notícias / Daniella Perez

Vândalos violaram o túmulo de Daniella Perez

Gloria Perez precisou lidar com tentativas de saque no túmulo de Daniella Perez, vítima de assassinato em 1992

Redação Publicado em 31/07/2022, às 12h26

Daniella Perez ao lado de sua mãe, Gloria Perez - Divulgação/ HBO Max
Daniella Perez ao lado de sua mãe, Gloria Perez - Divulgação/ HBO Max

Na últimas duas semanas, o Brasil relembrou o cruel assassinato da atriz e dançarina Daniella Perez, filha da novelista Gloria Perez. O assunto voltou à tona com a estreia de 'Pacto Brutal', uma série original do serviço se streaming HBO Max. 

Após quase 30 anos de mentiras e histórias infundadas que afetaram a reputação da vítima, a série documental mostra a verdade por trás do crime cometido em 28 de dezembro de 1992 por Guilherme de Pádua e Paula Thomas, sua então esposa.

Ao emboscar Daniella, que era sua colega de trabalho na novela 'De Corpo e Alma', o casal atacou Daniella com punhaladas e abandonou o corpo em um matagal localizado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. 

Desde então, Gloria Perez não só precisou lidar com a dor de perder a filha, mas também teve de ter forças para elucidar o crime e desmentir Guilherme de Pádua - que de tudo fez para destruir a reputação de Daniella. Nos episódios finais da série documental, Gloria fala de outro episódio turbulento que passou ao conviver com o luto de perder uma filha. 

Tentativa de destruição

A novelista relembrou que houve tentativas de saque e destruição do túmulo de Daniella Perez. Iniciados com pichações e mensagens, os ataques também passaram a englobar tentativas de abrir o túmulo da jovem atriz, o que resultou em danos à tampa.

Como consequência, a família decidiu mudar o corpo de Daniellapara outro local. Todavia, neste momento os familiares acreditavam que o corpo da atriz havia sido trocado, pedindo para que a tampa do caixão fosse aberta para confirmar que era Daniella ali enterrada. 

Todavia, as ameaças não cessaram. Gloria mais uma vez descobriu ameaças de destruição do túmulo. Assim, o melhor caminho foi mover os restos de Daniella para um cofre, antes deles serem transferidos para outro local. 

Durante o comovente relato, a escritora relembra que, enquanto segurava a urna que continha os ossos de Daniella, notou que estava embalando o item, assim como uma mãe faz com um bebê.