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Orquestra Mundana Refugi: a emocionante história da orquestra formada por imigrantes

Reconhecido pela ONU, o projeto foi criado pelo maestro brasileiro Carlinhos Antunes

Victória Gearini | @victoriagearini Publicado em 23/05/2021, às 07h43

Apresentação do projeto
Apresentação do projeto - Divulgação / Loiro Cunha

Há anos, o maestro brasileiro Carlinhos Antunes, formado em Música e História, vem transformando e revolucionando a vida de diversas pessoas. O produtor cultural e musical, é o responsável pela criação da Orquestra Mundana Refugi, composta por músicos imigrantes.

Reconhecida pela ONU, a emocionante história da orquestra foi contada na estreia da coluna do Retrato Social, disponível na AnaMaria Digital. 

A história da orquestra 

Carlinhos Antunes possui mais de 40 anos de carreira. Durante anos, tocou na noite e em peças de teatro, enquanto cursava o ensino superior. E foi a paixão pela música e história que o fez transformar a vida de tantas pessoas. 

Músicos da Orquestra Mundana Refugi / Crédito: Divulgação / Daniel Kersys

 

Segundo o Retrato Social, em coluna do site AnaMaria, o projeto foi oficialmente fundado por Carlinhos Antunes, em 2005, na cidade de São Paulo (SP). O objetivo era reunir, brasileiros, imigrantes e refugiados de vários lugares do mundo. 

Em entrevista ao site AnaMaria, o idealizador da orquestra disse que o projeto é "um exemplo de respeito às pessoas, à diversidade e à excelência musical".

Desde 1995, Carlinhos tinha o desejo de juntar diferentes pessoas e uní-las através da música. Ao longo de dez anos, o maestro dedicou-se aos estudos e pesquisas que pudessem ajudá-lo a montar a Orquestra Mundana Refugi.

De acordo com o Retrato Social, o nome do grupo foi inspirado no segundo disco do compositor, chamado “Mundano”, que em tradução livre significa "alguém que roda o mundo, que viaja por diversas localidades e carrega conhecimentos dentro de si".

O valor social 

O objetivo central do projeto é refletir sobre a tolerância entre diferentes povos e estimular a convivência entre eles. Por meio da música, os artistas imigrantes conectam suas histórias pessoais e experiências profissionais, a de outras pessoas, a fim de semear a paz coletiva.

O maestro brasileiro Carlinhos Antunes / Crédito: Divulgação / Loiro Cunha

 

Conforme o projeto Retrato Social, em coluna do site AnaMaria, a grandiosidade da orquestra está presente naqueles que a compõe. Isto é, muitos dos músicos não falam o mesmo idioma, todavia, há uma linguagem mundial que os conectam: a harmonia da música.  

Além disso, Carlinhos explicou ao site, que cada integrante tem autonomia para cantar e se expressar através da sua língua de origem. O intuito é ajudá-los a se reconectar com suas raízes e, claro, agregar conhecimento a outras culturas e tradições. 

Reconhecida internacionalmente pela ONU (Organização das Nações Unidas), a Orquestra Mundana Refugi oferece integração entre diferentes povos e desperta a empatia e pluralidade entre todos.

Vale ressaltar, que atualmente, estes músicos fazem lives ao vivo nas redes sociais oficiais do projeto.

 
 
 
 
 
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*RETRATO SOCIAL idealizado pela empreendedora social Regina Moraes, realiza curadoria, produção e comunicação de causas sociais e histórias potentes de pessoas extraordinárias que transformam a realidade onde vivem. A ideia é sair da vitimização e trazer protagonismo, deslocando-se dos problemas para as soluções de questões sociais. Ao conectar pessoas e comunidades a causas e projetos sociais, cria-se a esperança de um mundo possível e melhor. Saiba mais no Instagram @RetratoSocial ou no Youtube Retrato Social.


+Assista ao vídeo do projeto Retrato Social:


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