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Os 10 homens mais ricos de todos os tempos

Muitas figuras históricas - várias delas quase esquecidas - comandaram fortunas maiores que as de qualquer magnata vivo

Redação Publicado em 31/08/2019, às 08h00

Conheça os homens mais ricos de todos os tempos
Conheça os homens mais ricos de todos os tempos - Getty Images

10. Henry Ford (1863-1947)

Crédito: Reprodução

 

Local: EUA

Fortuna:US$ 199 bilhões

Revolucionário da indústria automotiva, criou a linha de produção e também uma nova ideia de consumidor: de que gente como seus próprios funcionários deveria ter um carro. E o Ford T fez exatamente isso, levando os automóveis para as massas, para bem e para mal. Seus funcionários receberam benefícios inéditos, como a semana de cinco dias.

9. Muammar Gaddafi (1942- 2011)

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Local: Líbia

Fortuna: US$ 200 bilhões

Autoproclamado “socialista árabe”, fez de fato distribuição de renda no país, mas mais para um cidadão em particular: ele. Como outros autocratas listados aqui, o “Líder Irmão e Guia da Revolução da Líbia” não fazia muita diferença entre fortuna do Estado e pessoal. O valor mostrado é o que o governo líbio transferiu para diversas contas antes da derrocada do governo e seu assassinato.

8. Osman Ali Khan (1886-1967)

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Local: Índia

Fortuna: US$ 210 bilhões

Monarca semiautônomo no Raj Britânico, era nizam do Estado de Hyderabad e o  homem mais rico do mundo em 1937. Tinha suficiente autonomia para imprimir a própria moeda e aproveitou-se desse poder, acumulando toneladas de ouro, prata e joias. Entre estas, o diamante Jacob, estimado em 130 milhões de dólares – que ele usava como peso de papel em sua mesa.

7. William, O Conquistador (1028-1087)

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Local: Normandia

Fortuna: US$ 230 bilhões

Descendente do famoso invasor viking Rolo, o que acabou por se converter, chegar a um acordo e ganhar um feudo na França, criando o reino da Normandia. Não é porque os nórdicos aceitaram Jesus que começaram a dar a outra face. Invasões continuaram a acontecer sob pretextos. A dinheirama listada é resultado de sua pilhagem na conquista da Inglaterra.

6. Cornelius Vanderbilt (1821-1885)

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Local: EUA

Fortuna: US$ 239 bilhões

Nascido em berço de ouro, herdou de seu pai um império ferroviário e dobrou-o em 13 anos. Eternizado pela sua frase “Que se dane o público!”, dita a um jornalista quando este perguntou se rodava suas linhas mais baratas por interesse do público. Seria um desastre de relações públicas e se tornaria o “slogan” não oficial dos hiper-ricos da era dos “barões ladrões”.

5. Czar Nicolau II (1868-1918)

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Local: Rússia

Fortuna: US$ 300 bilhões

Denominado oficialmente “autocrata”, tinha poder – e disponibilidade das riquezas sob o Estado russo – absoluto. Jocosamente, no censo de 1897, preencheu o campo “profissão” com “dono da Rússia”. Curiosamente, ele tinha uma “mesada” anual de 24 milhões de rublos, que acabava sempre gastando antes do fim do ano, precisando de fundos extras.

4. Andrew Carnegie (1835-1919)

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Local: EUA

Fortuna: US$ 310 bilhões

Criaria um império do aço, com sua empresa se tornando a primeira do mundo a atingir um valor de 1 bilhão de dólares. Mas era extremamente generoso e deixou um exemplo: conclamando os ricos a contribuir para a sociedade, doou para universidades, fundações diversas e organizações de caridade. Quando morreu, havia doado quase 90% de sua fortuna.

3. John D. Rockefeller (1839-1937)

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Local: EUA

Fortuna: US$ 336 bilhões

Primeiro grande magnata do petróleo, nasceu na pobreza, de um pai trapaceiro, e começou aos 16 como contador para o explorador de petróleo Maurice B. Mark, eventualmente comprando sua companhia. Seu momento “eureca” foi investir em refino, não extração, como os demais magnatas do negócio. Controlaria 90% do fluxo do “ouro negro”.

2. Jakob Fugger (1459-1525)

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Local:  Sacro Império Romano-Germânico

Fortuna: US$ 400 bilhões

Nada mal para quem começou como padre, um cônego ligado a uma ordem menor em Veneza (enquanto cuidava dos interesses da família na cidade). Isso o ajudou a fazer negócios com o Vaticano, e sua família monopolizaria o comércio de cobre na Europa, tendo também uma baita mão na prata e na seda, esta última fundamental para a Igreja.

1. Mansa Musa (1280-1337)

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Local:  Império Mali

Fortuna: US$ 400 bilhões

O hajj, a peregrinação obrigatória para Meca, é visto como um momento de humildade, no qual as pessoas têm que usar vestes simples de algodão. Não para o homem mais rico da História, monarca do maior produtor de ouro do mundo.

Musa partiu com uma comitiva de 60 mil pessoas, cada uma carregando 1,8 quilo de ouro, mais 80 camelos com até 126 quilos. Doando aos pobres e às mesquitas no caminho, jamais seria esquecido.