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Há 95 anos, nascia a icônica Marilyn Monroe: 'Um ícone da cultura popular americana'

1° de junho marca o aniversário da atriz, que se tornou símbolo e um dos maiores nomes de Hollywood

Penélope Coelho Publicado em 01/06/2021, às 11h21

Fotografia de Marilyn Monroe
Fotografia de Marilyn Monroe - Getty Images

Em 1 de junho de 1926, em Los Angeles, Califórnia, Estados Unidos, Gladys Pearl Monroe, dava a luz à pequena Norma Jeane, que alguns anos depois, viria se tornar a famosa atriz e símbolo de beleza hollywoodiana, Marilyn Monroe.

Em uma vida intensa e rápida, a artista deixou sua marca no mundo, sendo eternizada na história como uma estrela do cinema e um dos maiores nomes de Hollywood, mesmo 59 anos após sua morte.

Se estivesse viva, hoje, Marilyn completaria 95 anos, como revelou uma reportagem da Folha da Região. Para celebrar essa data, vamos relembrar a trajetória da icônica atriz.

Um começo difícil 

O início de vida de Monroe estava bem longe de todo o glamour e fama que ela encontraria na juventude. Quando criança, a garota passou por experiências difíceis, que acabaram reverberando em sua vida adulta.

Sua mãe foi internada diversas vezes em decorrência de problemas psiquiátricos, sendo assim, a estrela cresceu entre orfanatos e casas de famílias.

Aos 21 anos, a norte-americana se casou pela primeira vez, com seu então namorado, o militar Jimmy Dougherty. No início, Marilyn até tentou seguir uma vida comum de esposa e dona de casa, como uma típica mulher da década de 1940, nos Estados Unidos. Contudo, esse não era o destino da bela.

Quando seu marido foi enviado para uma missão no Pacífico Sul, Norma precisou começar a trabalhar para se manter. Por sua beleza estonteante, não foi difícil conseguir trabalhos como modelo, a estrela chamava a atenção por onde passava.

Ao posar para uma matéria que falava sobre o trabalho feminino na produção bélica, Marylin rapidamente se tornou um símbolo, transformando-se em uma famosa modelo.

 

Hora de brilhar 

Seu potencial foi percebido de imediato, logo, a jovem passou a estudar teatro, com a vontade de se dedicar à atuação. Contudo, a ascensão em uma carreira artística não foi bem vista por seu marido, por isso, o casamento chegou ao fim, já que Jeane optou por brilhar.

Em agosto de 1946, a artista enfrentou uma das maiores viradas de sua vida: a mulher assumiu o nome de Marilyn Monroe e mudou radicalmente os cabelos, com os fios loiros, que se tornaram um marco de sua aparência.

Foi assim que a atriz passou a investir em sua carreira cinematográfica, incialmente, em papéis de cunho cômico, com forte apelo ao público masculino. Marilyn estreou nas telonas no filme 'Sua Alteza, a Secretária' (1947), no ano seguinte conseguiu contrato com a Colúmbia Pictures, após atuar em pequenas produções.

Depois de alguns meses, a atriz foi contratada pela Fox, onde quebrou as expectativas: Monroe não era somente um rostinho bonito, ou, um símbolo sexual. Ela verdadeiramente tinha talento na atuação, foi assim, no início da década de 1950, que seus trabalhos passaram a ser aclamados até mesmo pela crítica especializada.

No auge da carreira, ela atuou em filmes como: Niagra (1953); Os Homens Preferem as Loiras' (1953); O Pecado Mora ao Lado (1955). Na mesma época, se casou com o jogador de baseballJoe DiMaggio, em um relacionamento rápido e conturbado.

Marilyn Monroe no filme O Pecado Mora ao Lado (1954) / Crédito: Corpus Christi Caller-Times/ Wikimedia Commons

 

O triste fim 

Em seus anos finais, a estrela que já tinha uma carreira consolidada e reconhecida, contudo, enfrentava problemas em sua vida pessoal e também em sua saúde mental, chegando até a ser internada.

Marilyn viveu mais alguns relacionamentos fracassados, entre os amados estavam o dramaturgo Arthur Miller, e até mesmo um suposto caso com John F. Kennedy, 35º presidente dos Estados Unidos, contudo, a veracidade do envolvimento nunca fora comprovada. 

Em 5 de agosto de 1962 veio a triste notícia: a atriz foi encontrada morta em sua casa na Califórnia. A morte de Monroe até hoje é envolta em inúmeras teorias, porém, o laudo concluiu que a artista, então com 36 anos, faleceu por overdose de barbitúricos.

Definida pelo livro da Cultura Popular dos Estados Unidos como “um ícone da cultura popular americana”,Marilyn Monroe, que se não tivesse partido precocemente, completaria hoje 95 anos, jamais será esquecida.


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