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Múmia com língua de ouro e descobertas no Museu do Ipiranga: 5 descobertas fascinantes

Conheça as pesquisas realizadas e vote na sua favorita!

Redação Publicado em 14/07/2021, às 15h30 - Atualizado às 15h31

A múmia com língua de ouro descoberta no Egito e a múmia Iret-Neferet, encontrada no Brasil
A múmia com língua de ouro descoberta no Egito e a múmia Iret-Neferet, encontrada no Brasil - Divulgação/Ministério do Turismo e Antiguidades do Egito/PUCRS

Em nosso aniversário de 18 anos, a comemoração tem como objetivo homenagear autores, pesquisadores e estudiosos através do prêmio ‘Descobertas do Ano’.

Através de homenagens e votações realizada nas redes sociais e no site da AH, o veículo que está no mercado editorial desde 2003 reconhece o trabalho de personalidades e obras que, de alguma maneira, ajudaram a desvendar fatos históricos e momentos que marcaram o Brasil e o mundo. 

Na votação de hoje, você escolhe uma entre as cinco descobertas indicadas pela redação da Aventuras na História na categoria 'Descoberta Arqueológica'. 

Confira os indicados abaixo e registre seu voto no final!

1. Descoberta de múmia com ‘língua de ouro’

O Ministério do Turismo e Antiguidades do Egito divulgou em fevereiro deste ano a descoberta de túmulos que guardavam múmias e a revelação de que uma delas tinha ‘língua de ouro’. Os esqueletos foram encontrados no templo de Taposiris Magna de Alexandria, no oeste de Alexandria.

Os pesquisadores acreditam que as línguas dos mortos foram retiradas ao longo da mumificação, em que foram colocadas línguas feitas de folha de ouro.

A técnica provavelmente foi feita a partir de uma crença antiga que apostava na tentativa de comunicação com o deus Osíris no pós-morte.


2. Estudo com múmia que apresentou células intactas

Fotografia produzida pela tomografia computadorizada. Crédito: Divulgação/ Ede Huttner, Bruno Candeias, Edison Huttner

 

Em outubro do ano passado, pesquisadores divulgaram os resultados da análise da múmia egípcia Iret-Neferet, encontrada no Brasil, no Congresso da Associação Europeia de Osteointegração. 

Durante o estudo, os especialistas identificaram células intactas do tecido conjuntivo, ósseo e do sanguíneo da múmia que tem cerca de 2,5 mil anos. A partir do material genético, será possível investigar aspectos importantes como doenças e características da mulher, como sua etnia.


3. Descoberta da ‘Capela Sistina Amazônica’ 

As pinturas encontradas na Colômbia / Crédito: Divulgação/Ella Al-Shamahi

 

No colombiano Parque Nacional Chiribiquete, localizado na floresta amazônica, arqueólogos encontraram uma parede de arte rupestre que recebeu o apelido de “Capela Sistina dos Antigos”. A descoberta foi divulgada em novembro de 2020.

As imagens pré-históricas de humanos e animais, como um mastodonte, que foi extinto há 12 mil anos, se estendem ao longo de 13 quilômetros.

A equipe britânico-colombiana explicou que a datação foi feita a partir da representação dos animais da Era do Gelo, chegando à conclusão de que a obra de arte tem ao menos 12.500 anos.


4. A revelação do 'fast food' de Pompeia 

Pinturas presentes no local / Crédito: Divulgação/Parque arqueológico de Pompeia/Luigi Spina

 

Escavações realizadas em Pompeia há dois anos revelaram a existência de um termopólio, que é uma espécie de fast food da Antiguidade, praticamente intacto. A descoberta foi feita em uma área da antiga cidade apelidada de “Região V”.

Os pesquisadores analisaram o impressionante balcão do restaurante, cujas ilustrações temáticas e coloridas ainda estão preservadas.

Foram identificados ainda restos de grãos amassados e vestígio de carne de animais diversos, como porco, cabrito e peixes, além de fragmentos de ossos de pato.


5. Descobertas no Museu do Ipiranga 

 
 
 
 
 
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Desde 2013, o Museu do Ipiranga, na cidade de São Paulo, está fechado para visitação e passa por reformas, com a intenção de ser reaberto novamente no ano que vem. Ao longo das obras de restauração, inúmeros artefatos arqueológicos foram encontrados, como ossos de animais e objetos de uso pessoal.

Os arqueólogos identificaram uma dentadura, que remonta à primeira metade do século 20, fragmentos de pratos e xícaras de porcelana, além de pedaços de vidro do final do século 19. Outra descoberta curiosa foram duas moedas equivalentes a 200 réis, que datam de 1901 e da década de 1930.


Qual dessas pesquisas merecem ganhar o título de 'Descoberta do ano?'