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Golfinhos robô podem substituir os animais de verdade em parques

Especializada em animais mecânicos, a Edge Innovations criou um protótipo do mamífero que age e se move como o real

Pamela Malva Publicado em 19/10/2020, às 16h00

Fotografia do golfinho robô ao lado de uma nadadora
Fotografia do golfinho robô ao lado de uma nadadora - Divulgação/Edge Innovations

Hoje em dia, diversos parques aquáticos ao redor do mundo oferecem apresentações e experiências com golfinhos para seus visitantes. Nadar com os mamíferos, por exemplo, é o sonho de muitas crianças que os veem apenas pela internet.

Segundo o fundador da Edge Innovations, Walt Conti, via Daily Mail, no entanto, "existem cerca de 3 mil golfinhos em cativeiro", que são usados "para gerar vários bilhões de dólares" na indústria do entretenimento. Através dos dados, o homem teve uma ideia.

Utilizando a tecnologia de sua empresa, que já fez animais robóticos para 'Free Willy' e 'Anaconda', o CEO da Edge Innovations decidiu criar um golfinho robô. Feito de silicone medicinal, o mecanismo foi programado para agir e se movimentar como o animal.

O golfinho robótico feito pela Edge Innovations / Crédito: Divulgação/Edge Innovations

 

Atualmente, o golfinho robótico pesa 250 quilos e possui uma bateria com 10 horas de duração. A esperança, segundo Walt, é que o projeto, em breve, possa saltar através de aros e fazer acrobacias — mudanças que custariam entre 3 e 5 milhões de dólares.

No futuro, assim que o modelo tiver mais movimentos — agora ele apenas nada, mexe a cabeça e emite sons —, a ideia é que o robô possa substituir os animais em cativeiro. Assim, as apresentações podem continuar, mas sem os golfinhos de verdade.