Santo Antônio: Brasil casamenteiro

Santo Antônio: Brasil casamenteiro

01/12/2007 00h00 Publicado em 01/12/2007, às 00h00 - Atualizado em 23/10/2017, às 16h36

Aventuras na História
Aventuras na História - Arquivo Aventuras

Aos 15 anos de idade, o jovem português Fernando de Bulhões y Taveira já sabia o que seria quando crescesse: padre. Dez anos depois, já membro da Ordem dos Frades Menores de São Francisco, foi viver no Marrocos e trocou seu nome de batismo por Antônio. Em 1221, teve um problema sério de saúde e, ao tentar voltar para Portugal, sua embarcação foi pega por ventos fortes e acabou indo parar na Itália. Lá, ganhou fama de excelente orador. A fama de casamenteiro veio da ajuda que ele costumava dar às noivas. Algumas moças recorriam a ele porque queriam casar mas não tinham dinheiro. Ele as ajudava a recolher fundos para seus dotes. É ele o santo preferido dos brasileiros. Foi o que descobriu uma pesquisa feita pelo Centro de Estatística Religiosa e Investigações Sociais, entidade ligada à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O órgão fez um levantamento de acordo com o número de paróquias em território nacional que levam os nomes dos santos. Abaixo, a lista, por ordem de preferência.

Santo Antônio: 401

São Sebastião: 395

São José: 354

São João Batista: 322

São Francisco: 184

São Pedro: 105

São Judas Tadeu: 93

São Benedito: 81

São Paulo: 57

São Cristóvão: 56