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Desventuras / Estados Unidos

Mais potente que a de Hiroshima: A nova bomba atômica planejada pelos Estados Unidos

Se aprovada, a iniciativa deve custar cerca de US$ 400 bilhões aos cofres públicos

Redação Publicado em 30/10/2023, às 18h31

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Imagem de um F-22 Raptor, caça fabricado nos Estados Unidos - Reprodução/Vídeo/X/@DeptofDefense
Imagem de um F-22 Raptor, caça fabricado nos Estados Unidos - Reprodução/Vídeo/X/@DeptofDefense

Na última sexta-feira, 27, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos apresentou uma proposta de criação de uma nova bomba atômica. Se a iniciativa for aprovada pelo Congresso americano, o projétil será incluído em seu arsenal nuclear. 

Segundo as autoridades estadunidenses, a nova arma proporcionará ao presidente dos EUA "opções adicionais contra alvos militares maiores e mais difíceis", enquanto modelos mais antigos de explosivos nucleares são aposentados.

Conforme repercutido pelo portal O Globo, o armamento batizado de B61-13 deverá substituir versões mais antigas da bomba B61-7. Ambas apresentam um poder de destruição semelhante, chegando a 360 quilotons.

É importante ressaltar que, se aprovada, ela será 24 vezes mais potente que o explosivo utilizado em Hiroshima durante a Segunda Guerra Mundial.

Novas ameaças

O anúncio de hoje reflete um ambiente de segurança em mudança e ameaças crescentes de adversários em potencial. Os Estados Unidos têm a responsabilidade de continuar a avaliar e colocar em campo as capacidades que precisamos para dissuadir e, se necessário, responder a ataques estratégicos e dar segurança aos nossos aliados.”, afirmou John Plumb, secretário adjunto de Defesa para Política Espacial.

No comunicado, o Departamento de Defesa também esclareceu que o modelo B61-13 é um explosivo de gravidade, pensado para ser solto de uma aeronave que sobrevoa seu alvo.

A autoridade também confirmou a aposentadoria da bomba B83-1, apontada como uma das mais efetivas do arsenal americano.

Esta iniciativa segue vários meses de revisão e reflexão. O desenvolvimento do B61-13 não é uma resposta a nenhum evento atual específico; reflete uma avaliação contínua de um ambiente de segurança em mudança", concluiu o Departamento de Defesa em nota.

No início deste mês de outubro, uma comissão bipartidária do Congresso americano recomendou a modernização do arsenal nuclear, visando um possível ataque simultâneo de adversários como China e Rússia. Esta iniciativa, deve custar cerca de US$ 400 bilhões até 2046.