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Coronavírus: Neto da Rainha Elizabeth II é interrogado por suposta quebra de lockdown

Os investigadores afirmam que o herdeiro da Família Real teria viajado por mais de 700 quilômetros para visitar uma amiga

Pamela Malva Publicado em 30/03/2021, às 13h00

Rainha Elizabeth e Príncipe Philip durante a abertura do parlamento em 2015
Rainha Elizabeth e Príncipe Philip durante a abertura do parlamento em 2015 - Getty Images

Enquanto o Reino Unido busca frear a disseminação do Coronavírus com diversas medidas protetivas, um membro da Família Real foi acusado de desrespeitar o lockdown. Trata-se de Peter Phillips, neto da Rainha Elizabeth II, segundo o jornal Metro.

De acordo com o veículo, o herdeiro da monarca foi interrogado por quebrar a quarentena para visitar uma amiga. Nesse sentido, ele teria dirigido mais de 700 quilômetros entre Gloucestershire, na Inglaterra, até a vila de St Cyrus, na Escócia.

A polêmica, contudo, vai além, já que Peter, na verdade, teria ido visitar uma mulher que, apesar de separada, ainda é casada com seu marido, segundo o Metro. Para os tablóides, a informação parece escandalosa, já que, em 2020, o neto de Elizabeth II decidiu se divorciar de Autumn, a mulher com quem foi casado durante 11 anos.

Após o interrogatório, contudo, a polícia da Inglaterra não encontrou quaisquer indícios de que Peter, que é filho mais velho da Princesa Anne, teria agido contra as medidas de isolamento social. Segundo os representantes do herdeiro, ele estaria viajando a negócios, acompanhado pela XL Medical, uma fabricante de testes contra a Covid-19.

Elizabeth II com o marido e os filhos / Crédito: Wikimedia Commons

 

Sobre a Covid-19

De acordo com as últimas informações divulgadas pelos órgãos de saúde, atualmente, o Brasil registra 12.573.615 de pessoas infectadas, e as mortes em decorrência da doença já chegam em 313.866 no país.

O Reino Unido, por sua vez, registrou mais de 4,3 milhões de casos de Coronavírus desde o começo da pandemia. Destes, mais de 3,8 milhões pessoas se recuperaram da doença, enquanto outras mais de 126 mil tornaram-se vítimas da doença.

Em 1º de dezembro de 2019, o primeiro paciente apresentava sintomas do novo coronavírus em Wuhan, epicentro da doença na China, apontou um estudo publicado na revista científica The Lancet em fevereiro deste ano.  

De lá pra cá, a doença já infectou 127.720.218 de pessoas ao redor do mundo, totalizando mais de 2.793.564 de mortes.