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Monroe e Kennedy: Documentários investigam duas das mortes mais enigmáticas da História

Duas produções distintas investigam as mortes de dois nomes eternizados na história do entretenimento e política

Redação Publicado em 17/04/2022, às 00h00

Imagens promocionais dos documentários
Imagens promocionais dos documentários - Divulgação/Netflix e Altitude Films

Geralmente, os nomes Marilyn Monroe e John F. Kennedy aparecem lado a lado quando o boato de affair é relembrado - boato, afinal, nunca foi confirmado. No entanto, o ano de 2022 no Brasil apresenta um diferente contexto para a estrela de Hollywood e um dos mais importantes nomes da política dos EUA. 

Duas produções distintas, que serão lançadas ainda neste ano, mergulham nas investigações das mortes dos dois personagens, um tema que sempre foi cercado por polêmicas, teorias e enigmas. 

A primeira, que será lançada em 27 de abril, se chama 'O Mistério de Marilyn Monroe: Gravações Inéditas', com produção e direção de Emma Cooper.

Imagem do documentário “O Mistério de Marilyn Monroe: Gravações Inéditas” (Netflix) /Crédito: Divulgação/Netflix

Fruto da ilustre plataforma de streaming Netflix, o documentário conta com gravações inéditas para entender o que aconteceu no dia de sua morte. Assim, os assinantes da plataforma vão se deparar com relatos de amigos do ícone de Hollywood e imagens de arquivo

Gravações inéditas das pessoas que a conheciam melhor reconstroem suas últimas semanas, dias e horas, neste documentário que vai lançar luz sobre a vida glamourosa e complicada de um ícone de Hollywood, e oferecer uma nova perspectiva sobre aquela fatídica noite', diz trecho da sinopse da produção. 

A tragédia de Kennedy

Já o segundo documentário, lançado no Brasil em 31 de março na 27ª edição do festival de documentários “É Tudo Verdade”, conta com a produção do icônico Oliver Stone, que já havia mergulhado no tema com a obra cinematográfica 'JFK: A Pergunta Que Não Quer Calar', que investiga a tragédia de John F. Kennedy.

Para dar vida a produção, o cineasta norte-americano fez uso de 2.800 relatórios liberados em 2017 por Donald Trump, que até então era presidente dos Estados Unidos. Os documentos fornecem novos dados a respeito do atentado que tirou tragicamente a vida de Kennedy em 1963. 

No documentário, os espectadores contaram com uma visão, até então, desconhecida sobre a autópsia do presidente, o manuseio das evidências e até mesmo o que ligaria Lee Oswald, homem que matou Kennedy, e a CIA. 

"Acho que o mais importante é por que o presidente Kennedy foi assassinado", explicou o diretor, conforme repercutido pela AP em 2021. "Respondemos com evidências de que ele se retiraria do Vietnã. A distensão com Cuba estava em andamento. O tratado de proibição de testes nucleares foi assinado. Ele estava procurando uma détente com a Rússia. Era um anticolonialista."