Como era um bacanal?

Arte de Pompeia explica o ritual - e não era como você imagina

Redação AH

Este mural de Pompeia mostra os ritos de iniciação ao culto a Baco | <i>Crédito: Redação AH
Este mural de Pompeia mostra os ritos de iniciação ao culto a Baco | Crédito: Redação AH
ARTE & HISTÓRIA 

Bacanais, as festas para o deus do vinho Baco, tradicionalmente eram celebrados a partir de 16 de março (ou celebradas, a palavra, algo adequadamente, admite dois gêneros). Havia dois tipos de bacanal: a festa pública, para foliões em geral, e os rituais secretos, dos verdadeiros discípulos do deus. É desse segundo que vamos tratar, conforme retratado em Pompeia. 

Eles entraram na imaginação popular como rituais de sexo desenfreado. Isso é fruto de calúnias que datam de bem antes do Cristianismo, por autores romanos que achavam seu conteúdo perturbador à ordem social. Sexo era importante simbolicamente, mas não parte direta dos rituais - ao menos não é o que aparece em Pompeia. O culto à Baco não era só a respeito de vinho, desejo e alegria, mas também medo, vida e morte, e aceitar a própria natureza animal. Havia uma filosofia por trás dele. 

Clique para entender o verdadeiro bacanal, através do mural mais expressivo de Pompeia.


Infográfico AH. Clique para ampliar. 


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