Curiosidades » Bridgerton

O que a autora de 'Bridgerton' faria de diferente se vivesse na época do enredo?

Julia Quinn escreveu a série de livros que inspirou o sucesso da Netflix

Wallacy Ferrari Publicado em 09/04/2022, às 08h00

Imagem promocional e Julia Quinn durante lançamento de Bridgerton
Imagem promocional e Julia Quinn durante lançamento de Bridgerton - Divulgação/Netflix e Getty Images

A série Bridgerton, sucesso pela plataforma de streaming Netflix, chamou atenção dos assinantes do mundo inteiro ao mostrar os entrelaços da família Bridgerton durante o período da Regência Britânica na alta sociedade do Reno Unido, na época composto apenas pela Grã-Bretanha e Irlanda.

Ficcional, a obra foi inspirada na série de livros 'Os Bridgertons', escrita pela britânica Julia Quinn e composta por 9 capítulos com os contos que serviram de base para o seriado mundialmente conhecido, que ruma para a terceira temporada. Apesar de ser uma obra fantasiosa, a autora teve de entrar a fundo na história.

Julia estudou o período da Regência, que sucedeu o governo do rei George III da Inglaterra em período estimado entre 1811 e 1820, situando os leitores de maneira imersiva não apenas nas passagens da época, mas nos termos empregados pelos personagens e até na ambientação, com as descrições de locais e vestimentas.

E se fosse diferente?

Apesar de enaltecer uma época distinta da modernidade, a alta sociedade caracterizada em Bridgerton cativa o público, levando a curiosidades sobre a interferência da autora na história da época com o enredo.

Contudo, em uma entrevista ao Tilt, portal de entretenimento do UOL, Quinn foi indagada o que faria de diferente se estivesse viva na época de sua série.

Ela deixou clara sua aversão ao enaltecer, “em primeiro lugar”, que nunca escolheria viver em tal época. Ela ainda justificou que os avanços científicos e socioculturais não os favoreciam e estavam longe de seu agrado, ciente das ferramentas que possui nos dias atuais.

“Em primeiro lugar, eu nunca escolheria viver naquela época. Como uma grande defensora da ciência e da medicina moderna, não gostaria de viver na época anterior aos antibióticos e vacinas. Também ficaria extremamente brava por não poder votar, escolher meu próprio marido ou estudar na universidade. Então, acho que eu mudaria quase tudo”, revelou.