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Campanha imagina como seriam obras de arte em tempos de pandemia

Para a ação contra o Coronavírus, uma agência ucraniana criou releituras de pinturas bastante famosas. Confira as imagens!

Pamela Malva Publicado em 10/09/2020, às 14h30

Releitura da obra A Criação de Adão, de Michelangelo, com álcool em gel
Releitura da obra A Criação de Adão, de Michelangelo, com álcool em gel - Divulgação/Ministério da Cultura e Política de Informação da Ucrânia

Com a diminuição de medidas de isolamento em diversos países, novas campanhas de conscientização estão surgindo para reforçar a necessidade de alguns cuidados contra o Coronavírus. Uma delas, bastante criativa, envolve diversas pinturas clássicas.

Foi a partir de grandes obras que a agência Looma, da Ucrânia, criou a curiosa campanha Art of Quarantine (Arte de Quarentena, em tradução livre). Para a ativação, artistas se uniram e imaginaram como quadros clássicos seriam em tempos de pandemia.

Desde 'A Última Ceia', de Leonardo Da Vinci, completamente vazia, até 'A Criação de Adão', de Michelangelo, com álcool em gel, as peças buscam divulgar as recomendações e cuidados de especialistas para o atual momento da Covid-19 no mundo.

A ideia é que as releituras informem um grande número de pessoas acerca das medidas, impedindo, assim, uma maior propagação do Coronavírus. Com um total de nove artes, a ação faz parte da campanha global #FlattenTheCurve (Achatar a curva, em português).

Confira as peças criadas para a ativação ucraniana:

Peças incentivando o distanciamento social e o uso de luvas / Crédito: Ministério da Cultura e Política de Informação da Ucrânia

 

Peças incentivando o uso de cartões e de delivery / Crédito: Ministério da Cultura e Política de Informação da Ucrânia

 

Peças incentivando o distanciamento e o uso de máscaras / Crédito: Ministério da Cultura e Política de Informação da Ucrânia

 

Atualmente, já foram registrados mais de 28 milhões de casos de Coronavírus ao redor do mundo. Entre os muitos infectados, mais de 20 milhões já se recuperaram, enquanto 910 mil foram vítimas da doença.