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Indignada, Mary Wollstonecraft inaugurou a luta pela emancipação feminina

No século 18, a inglesa Mary Wollstonecraft inaugurou a luta pela emancipação feminina e até hoje inspira mulheres em todo o mundo

Raphaela de Campos Mello Publicado em 19/03/2022, às 00h00 - Atualizado em 06/04/2022, às 12h26

Mary Wollstonecraft em pintura
Mary Wollstonecraft em pintura - Domínio Público

Liberdade, igualdade e fraternidade. Para quem? A Revolução de 1789, que implodiu o Absolutismo e inaugurou a República, ocorreu na França, mas esse questionamento fundamental partiu de uma inglesa.

Indignada com os rumos pós-revolucionários, Mary Wollstonecraft protestou contra a Constituição francesa promulgada em 1791, que excluía as mulheres do papel de cidadãs.

Ao apresentar suas ideias na obra Reivindicação dos Direitos da Mulher, de 1792, ela não só exigiu equidade entre os gêneros como lançou a semente dos movimentos feministas que despontariam décadas mais tarde.

Munida de argumentos lapidados por sua escrita e pela fibra típica de uma revolucionária, ela enfrentou grandes pensadores como o filósofo francês Jean-Jacques Rousseau e o poeta britânico Alexander Pope, os quais sublinhavam a inferioridade do sexo feminino como se este fosse um traço da natureza, como se não houvesse uma realidade social, política e econômica a engendrar a vida em sociedade com suas desigualdades latentes.

Diante desse cenário, Mary iluminou pontos nevrálgicos da história das mulheres na Europa dominada por homens brancos: a dependência econômica em relação a figuras masculinas e a impossibilidade de acesso à educação formal.

“O desejo de manutenção das relações de poder é que fazia com que homens buscassem impedir o desenvolvimento intelectual de mulheres, o que poderia levá-las à independência, à autonomia, e isso era uma questão fundamental para Mary Wollstonecraft e um grande receio para os homens”, sustenta Dulceli de Lourdes Tonet Estacheski, docente no Curso de História da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS), pesquisadora nas áreas de Gênero, História e Estudos Culturais.

Ciente dessa engrenagem social e culturalmente construída e conservada, a pioneira conclamava suas contemporâneas à ação e, desta, à mudança do status quo. “É hora de efetuar uma revolução nos modos das mulheres – hora de devolver-lhes a dignidade perdida – e fazê-las, como parte da espécie humana, trabalhar reformando a si mesmas para reformar o mundo”, ela escreveu na célebre obra, produzida numa época em que a vida pública se restringia aos homens.

Mary /Crédito: Domínio Público

Apesar das dificuldades enfrentadas para conquistar sua autonomia financeira e intelectual, tendo em vista a moral sexista e conservadora de seu tempo, a pensadora libertária, que também se engajou na luta abolicionista, rompeu os grilhões e se fez ouvir, sendo reconhecida entre seus contemporâneos.

“Extremamente revolucionária para a época, a Reivindicação foi traduzida para vários idiomas, tornando-se um referencial teórico para outras mulheres, precursoras do feminismo contemporâneo. O texto trata da condição de opressão da mulher na sociedade inglesa num período histórico marcado pelos ideais iluministas e pelas profundas transformações que o capitalismo industrial traria para o mundo”, destaca a socióloga Maria Lygia Quartim de Moraes no prefácio da edição publicada pela Boitempo.

Para se ter ideia do barulho – e do incômodo – gerado pela obra nas instâncias do poder estabelecido, ela chegou a ser citada pelo Visconde de Cayru quando estava em discussão no Senado a Lei educacional assinada por d. Pedro I em 15 de outubro de 1827.

Debatia-se, então, se meninas e meninos deveriam ou não ter o mesmo aprendizado em relação aos saberes matemáticos. “O Visconde afirmou que elas não tinham capacidade intelectual para isso, que seria ‘vão lutar contra a natureza’ e mais, que seria perigoso fazê-lo, pois, quando mulheres, entendidas por ele como ‘raridades da espécie’, exibiam ‘capacidade varonil’, tendiam à imoralidade, citando Mary Wollstonecraft e sua obra Reivindicação dos Direitos da Mulher como um mau exemplo e afirmando que sua influência poderia levar as mulheres a desejarem estudar em universidades e tornarem-se doutoras”, relata Dulceli.

Ondas feministas 

Mary Wollstonecraft fincou a pedra fundamental dos movimentos em defesa dos direitos das mulheres. Décadas à frente, suas ideias nortearam as reivindicações expressas em diversos países pela Primeira Onda Feminista, que data da segunda metade do século 19 até os anos 1960, quando, então, se formava a Segunda Onda Feminista, fortemente influenciada pelas ideias da escritora francesa Simone de Beauvoir.

Em 1949, a intelectual lançou a obra O Segundo Sexo, análise detalhada da opressão impingida às mulheres, que se tornou um tratado das lutas feministas contemporâneas.

Enquanto a Primeira Onda enfocou o sufrágio, o acesso à educação formal e a derrubada de obstáculos legais à igualdade de gênero (ou seja, direito ao voto, direitos de propriedade etc), a Segunda Onda ampliou o debate a fim de incluir questões relacionadas à sexualidade, família, mercado de trabalho e direitos reprodutivos.

Já a Terceira Onda se iniciou entre os anos 1980 e 1990. Alguns estudiosos afirmam que ainda estamos inseridas nela; outros alegam que iniciamos a Quarta Onda neste começo de século 21.

Na perspectiva de Cynthia Semíramis, doutora em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e autora da tese intitulada A Reforma Sufragista: Marco Inicial da Igualdade de Direitos entre Mulheres e Homens no Brasil, a Primeira Onda Feminista apresenta marcos distintos dependendo da área de conhecimento a qual se vincula.

“A área de Letras foca na produção literária e de periódicos feitos por mulheres para mulheres, a Educação considera o acesso das mulheres aos estudos, a Ciência Política destaca a luta pelo direito ao voto. No Direito, o marcante é a luta para que os direitos das mulheres se igualem aos dos homens”, ela delineia.

Como lembra a advogada, havia uma abissal discrepância entre o que o homem e a mulher podiam fazer, e isso era imposto pelas leis: “Mulher era subordinada ao homem (pai, marido ou irmão), não tinha acesso a estudos, não podia trabalhar, não podia fazer faculdade, tinha menos direitos ou capacidade civil que seus próprios filhos, perdia a cidadania ao se casar com um estrangeiro, precisava da autorização do marido para trabalhar, não podia comerciar ou se profissionalizar em algumas áreas (medicina, advocacia, magistério superior, por exemplo). Quando trabalhava, sua hora valia menos que a do homem e era o marido quem recebia o salário. Além disso, não podia ter a guarda dos filhos nem se separar do marido”, ela lista.

Era urgente que se corrigisse, pelas vias legais, tamanho desequilíbrio. Para tanto, a legislação precisava ser revista e reformada.

Mary Wollstonecraft e as sufragistas

As suffragettes (em português, sufragistas), primeiras ativistas do feminismo no século 19, eram assim conhecidas justamente por terem iniciado um movimento no Reino Unido a favor da concessão, às mulheres, do direito ao voto.

Contra elas estava a maioria dos parlamentares britânicos, que acreditavam, ainda respaldados nas ideias de filósofos como John Locke e David Hume, que as mulheres eram incapazes de compreender o funcionamento do Parlamento e, por esse motivo, não podiam tomar parte no processo eleitoral.

Contudo, elas estavam convencidas de que, pelo voto, seriam capazes de solucionar problemas causados por leis injustas que lhes vetavam o acesso ao trabalho e à propriedade, por exemplo. Habilitando-se ao sufrágio, as mulheres passariam a ser também elegíveis e assim poderiam concorrer de igual para igual com os homens por cargos eletivos.

Por também ter criticado a desigualdade de gênero no campo político, Mary Wollstonecraft lhes deu um norte e elas foram em frente. Esse posicionamento fica claro na carta ‘Ao Sr. Talleyrand-Périgord, antigo bispo de Autun’, texto inicial de Reivindicação dos Direitos da Mulher. Ali a autora defende a necessidade da presença de mulheres tomando decisões na Assembleia Legislativa e questiona: “Quem fez o homem juiz exclusivo, se a mulher compartilha com ele o dom da razão? Esse é o tipo de argumentação dos tiranos [...]. Não agem vocês de maneira similar quando forçam todas as mulheres, ao negar-lhes os direitos civis e políticos, a permanecer confinadas na família, tateando no escuro?”.

Não havia como frear o anseio por igualdade. O movimento feminino ocupou as ruas da Inglaterra. Em 1897, foi criada a União Nacional pelo Sufrágio Feminino, por iniciativa da educadora britânica Millicent Fawcett (1847-1929), que, aliás, escreveu a introdução para a edição comemorativa do centenário de Reivindicação dos Direitos da Mulher, enaltecendo o legado de Wollstonecraft. Posteriormente, muitas ativistas se vincularam à União Social e Política das Mulheres (Women’s Social and Political Union – WSPU), movimento que revelou o sexismo institucional na sociedade britânica, fundado, em 1903, por Emmeline Pankhurst (1858-1928).

Embora as manifestações dessas primeiras feministas tivessem cunho pacifista, houve diversos confrontos entre as manifestantes e os policiais ingleses. Um deles culminou com a morte de Emily Davison (1872-1913), atropelada por um cavalo no Derby de Epsom, em 1913, tornando-se a primeira mártir do movimento.

Sua intenção original era a de pendurar um lenço no pescoço do cavalo do rei Jorge V. No entanto, o desfecho não poderia ter sido mais trágico. Condoídas e indignadas, milhares de sufragistas de diferentes associações militantes compareceram ao seu funeral.

As sucessivas batalhas das feministas britânicas, que, inclusive, recorreram a greves de fome nas prisões, não foram em vão. Em 1918, foi aprovado o Representation of the People Act, o qual estabeleceu o voto feminino no Reino Unido e encorajou mulheres de vários outros países a persistirem no mesmo objetivo.

Mas será que o enfoque no voto feminino eclipsou outras demandas igualmente importantes para as mulheres?

“Evidentemente, a luta pelo voto foi uma questão importante que levou depois ao direito de elegibilidade, de representação política e isso abriu espaço para a formulação de diferentes políticas públicas em prol dos direitos das mulheres. No entanto, é compreensível a crítica relativa ao foco central nessa perspectiva, pois ela partiu de um grupo específico de mulheres brancas, letradas, cujas condições de vida diferiam muito das de mulheres pobres, mulheres negras, mulheres indígenas. Para essas mulheres, outras reivindicações eram mais urgentes, pois as opressões a que eram submetidas eram outras”, pondera Dulceli.

É interessante saber que a presença dos termos “feminismo” e “feminista” em discursos públicos data do fim do século 19. No início da década de 1890, os movimentos por direitos das mulheres ainda eram descritos pela imprensa como “movimentos femininos”.

Somente nos anos seguintes as palavras “feminismo” e “feminista” ganharam uso corrente em países como França, Suíça e Bélgica. Ainda na mesma década, o termo “feminismo” apareceu registrado em inglês, espanhol e português. Desde as primeiras circulações desses termos na imprensa e na literatura, houve dupla interpretação: ora apareciam com sentido positivo, ora carregados de carga pejorativa.

Primeira onda feminista no Brasil

Como ressalta Dulceli, os primórdios do feminismo no Brasil se ancoraram na educação e na escrita como elementos fundamentais de luta, uma vez que mulheres utilizaram os jornais para se expressarem, como o jornal A Família, que divulgava as conquistas e os anseios de uma parcela mais privilegiada da população feminina. Ele foi criado, em 1888, pela jornalista e escritora recifense Josefina Álvares de Azevedo (1851-1913), cujo lema era: “Mulher instruída, mulher emancipada”.

Dentre as precursoras do movimento em solo nacional, destaca-se a educadora, escritora e poeta potiguar Nísia Floresta Brasileira Augusta (1810-1885). Em
1832, ela publicou a obra Direitos das Mulheres e Injustiça dos Homens, apontada como uma tradução livre de Reivindicação dos Direitos da Mulher, de Mary Wollstonecraft.

Nísia Floresta /Crédito: Luis Carlos Freire via Wikimedia Commons

Porém, muito mais tarde, ficou esclarecido que se tratava da tradução de um texto, datado de 1750 e denominado Woman not Inferior to Man (Mulher não é inferior ao homem, em tradução livre), cuja autoria é creditada ao pseudônimo Sophia.

Além de abastecer o campo das ideias, Nísia fundou, em 1837, no Rio de Janeiro, o Colégio Augusto, onde meninas estudavam o mesmo currículo tradicionalmente aplicado aos meninos.

“Ela usava a escrita para afrontar a ordem vigente e criava condições práticas para que meninas tivessem oportunidade de emancipação”, frisa Dulceli.

Na visão da socióloga Maria Lygia Quartim de Moraes, a trajetória de Nísia nos ajuda a entender os limites de nossa democracia e os entraves dos movimentos sociais brasileiros.

“É difícil fazer uma comparação com as sufragistas europeias de então porque o Brasil praticamente entrou no século 20 atado à escravidão. Na Primeira República, só votavam os homens alfabetizados com renda suficiente e, como se não bastasse, existia apenas um partido, o republicano. Nesse sentido, Nísia Floresta pertence ao panteão das mulheres de elite emancipadas, uma pequena vanguarda que não conheceria muitas seguidoras”, ela problematiza no prefácio da edição de Reivindicação dos Direitos da Mulher publicada pela Boitempo.

Outras brasileiras também marcaram a virada do século 19 para o 20, como a maranhense Maria Firmina dos Reis (1822-1917), que publicou Úrsula, em 1859, considerado o primeiro romance escrito por uma mulher negra no Brasil. Ela também lecionava para estudantes de baixa renda que não podiam arcar com os custos do ensino.

Adiante, tivemos a baiana Leolinda Figueiredo Daltro (1859-1935), professora, sufragista e indigenista que percorreu o interior do Brasil dedicando-se à alfabetização de indígenas e ainda fundou um curso noturno gratuito para trabalhadores/as de um matadouro. Também foi uma das mulheres que lutaram pelo direito ao voto, fundando, em 1910, o Partido Republicano Feminino.

A professora, escritora, anarquista e feminista mineira Maria Lacerda de Moura (1887-1945), por sua vez, não via o direito ao voto como elemento fundamental para o período e defendia outras questões como a alfabetização de jovens e adultos/as e criticava a ideia de maternidade compulsória.

Maria Lacerda de Moura /Crédito: Wikimedia Commons

Chegou a colaborar com a feminista Bertha Lutz (que criou a Liga Eleitoral Independente), mas logo rompeu com os movimentos associativos feministas, fundamentalmente preocupados com o sufrágio feminino, pois entendia que a luta pelo direito de voto respondia a uma parcela muito limitada das necessidades femininas.

Colaborou assiduamente com a imprensa operária e progressista de São Paulo e, em 1923, lançou a revista Renascença. Já a paulista Bertha (1894-1976), ativista feminista, bióloga, educadora, diplomata e política brasileira, filha do epidemiologista Adolfo Lutz, iniciou sua carreira política, em 1934, quando se candidatou à Câmara dos Deputados representando a Liga criada por ela, em 1932, e ligada à Federação Brasileira pelo Progresso Feminino.

Ela foi a segunda mulher a ocupar o cargo de deputada, mas, infelizmente, seu mandato foi interrompido pelo Estado Novo. Internacionalmente, Bertha lutou para incluir menções sobre igualdade de gênero no texto da Carta das Nações Unidas, assinada, em 1945, nos Estados Unidos.

“Essas mulheres de origens e condições sociais distintas, com posicionamentos distintos, entenderam a educação como caminho de emancipação e a escrita como instrumento de luta. Creio ser esta a marca principal do feminismo de Primeira Onda no Brasil”, opina Dulceli.

Brasileiras votam, sim

No Brasil, o empenho das primeiras feministas teve no direito ao voto um alicerce importante, mas não o único. Por fim, ele foi conquistado em 24 de fevereiro de 1932, durante o governo Vargas. Nos Estados Unidos – onde a luta pelo sufrágio também atravessou décadas – o direito ao voto feminino, em nível federal, foi conquistado em 26 de agosto de 1920.

“Direito ao voto feminino era uma discussão aceita em amplos círculos sociais e políticos, e não estava restrita a um grupo específico. Transcendia questões de alinhamento político, pois não era um tema específico de um sindicato, partido ou igreja. O tema abrangia todas as classes sociais, posto que a exigência para o voto era a pessoa ser alfabetizada, e não a capacidade financeira. Paralelamente, as demandas importantes para as mulheres foram sendo discutidas e ganhando gradativamente mais espaço”, aponta Cynthia Semíramis.

Contudo, muitas sufragistas receberam o estigma de serem elitistas, ou seja, de não incluírem em suas reivindicações demandas relacionadas à realidade das mulheres de classes sociais mais baixas. A advogada e pesquisadora reconhece que as dirigentes da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino integravam a elite intelectual da época.

Muitas se graduaram na universidade e exerciam suas profissões como engenheiras, advogadas, professoras e enfermeiras, por exemplo.

“Em uma época na qual dificilmente mulheres tinham acesso a uma faculdade, as sufragistas compunham um quadro altamente qualificado e muitas delas tinham também acesso a uma elite política. Ao longo das décadas do século 20, as mulheres que se envolveram na reforma da legislação de direitos da mulher também seguiram esse perfil: eram profissionais com conhecimento técnico, jurídico e bons contatos sociais e políticos”, contextualiza Cynthia.

Apesar disso, ela não vê nessas ativistas uma postura excludente. Pelo contrário. “As sufragistas conheciam a situação das mulheres pobres e consideravam que o melhor caminho para melhorar a situação da mulher era mudar leis para igualar salários, aumentar o acesso à educação e emprego e proporcionar independência financeira”, frisa.

Segundo a pesquisadora, as grandes mudanças na situação da mulher vieram das alterações legislativas. Um bom exemplo é a legislação trabalhista, totalmente influenciada por sufragistas ao longo dos anos 1930.

“Ela buscou ativamente aumentar o campo de trabalho feminino ao mesmo tempo em que garantia que os direitos conquistados para pequenos grupos ao longo das manifestações dos anos 1920 fossem estendidos para toda a população”, sublinha a advogada.

Graças à Mary Wollstonecraft e às sufragistas e, sobretudo, ao caminho que elas pavimentaram para suas sucessoras ao longo do século 20, podemos levar a luta adiante para que não haja retrocesso algum e para que as mulheres possam ter todos os seus direitos assegurados onde quer que desejem viver.


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