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Testeira

Em caso de ataque nuclear, onde deveríamos estar?

De acordo com cientistas, existem pontos do planeta que poderiam ser favorecidos em meio ao caótico ataque

Fabiano de Abreu* Publicado em 18/02/2023, às 11h21

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Imagem meramente ilustrativa de teste nuclear realizado pelos Estados Unidos em 1953 - Domínio Público
Imagem meramente ilustrativa de teste nuclear realizado pelos Estados Unidos em 1953 - Domínio Público

A atual guerra entre a Rússia e a Ucrânia nos leva a imaginar outros cenários que podem nem estar tão longe assim, como é o caso de um conflito nuclear ou mesmo uma guerra a nível mundial.

Foi exatamente a partir desta premissa e da tensão crescente que se faz sentir que um grupo de estudiosos realizou um trabalho sobre quais seriam os locais no mundo que iriam sobreviver melhor em caso de guerra nuclear.

Depois da análise em que foram estudados 38 países e avaliados em 13 critérios diferentes que incluíam desde a capacidade agrícola à eficiência energética, qualidade da saúde e clima, a Austrália foi apontada como o país mais seguro para se estar.

Apesar da sugestão, não podemos esquecer que as condições climatéricas iriam alterar bastante, pois iria-se notar uma redução da luz solar após o ataque nuclear. A lista segue com a Nova Zelândia, Islândia, Ilhas Salomão e Vanuatu.

Os investidores envolvidos neste estudo relatam que, obviamente, existiriam sobreviventes em todos os locais do mundo, mas estes territórios citados teriam uma chance maior. Contudo, existem pontos negativos para estes países, principalmente para a Austrália, devido a amizade e alianças militares que tem com os Estados Unidos e com a Europa Ocidental.


Sobre o autor

Dr. Fabiano de Abreu Agrela Rodrigues é um Pós-doutor e PhD em neurociências eleito membro da Sigma Xi, The Scientific Research Honor Society e Membro da Society for Neuroscience (USA) e da APA - American Philosophical Association, Mestre em Psicologia, Licenciado em Biologia e História; também Tecnólogo em Antropologia com várias formações nacionais e internacionais em Neurociências e Neuropsicologia. É diretor do Centro de Pesquisas e Análises Heráclito (CPAH), Cientista no Hospital Universitário Martin Dockweiler, Chefe do Departamento de Ciências e Tecnologia da Logos University International, Membro ativo da Redilat, membro-sócio da APBE - Associação Portuguesa de Biologia Evolutiva. Membro Mensa, Intertel e TNS.

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