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Fiocruz e Instituto Butantan deverão entregar 27 milhões de doses de imunizantes em abril

A previsão considera apenas o que pode ser produzido com os insumos que já se encontram no país, não dependendo de novas importações

Giovanna Gomes, sob supervisão de Thiago Lincolins Publicado em 30/03/2021, às 09h32 - Atualizado às 10h09

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Imagem ilustrativa - Divulgação

Um total de 27 milhões de doses das vacinasCoronaVac e Oxford/Covishield deverão ser entregues no mês de abril. Essas doses serão todas produzidas com matéria-prima que já se encontra em território nacional, o que significa que a entrega não depende da chegada de novos lotes do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA).

A previsão é que a Fiocruz entregue 18,8 milhões de doses da vacina britânica. Entretanto, o cronograma do Ministério da Saúde considera que serão entregues 21,1 milhões de doses produzidas no Brasil, além de mais 2 milhões importadas prontas. Conforme o portal de notícias, nem a Fiocruz nem o órgão governamental explicou a divergência dos números.

Além disso, estão previstos mais três carregamentos de insumos que deverão chegar ao país em abril. No mês seguinte serão mais quatro e, em junho, um último lote será entregue. No total, a fundação espera estregar 104,4 milhões de doses de vacinas no primeiro semestre e outras 110 milhões no segundo semestre.

Já o Instituto Butantan realizou a entrega de 5 milhões de doses da CoronaVac, chegando a um total de 32,8 milhões. A meta é que outras 54 milhões de doses sejam produzidas e repassadas ao Ministério da Saúde.

Desde o início do ano, o Butantan recebeu três carregamentos de matéria-prima, o suficiente para a produção de 31,3 milhões de doses do imunizante. Outras 6 milhões de doses foram importadas da China já prontas.

Sobre a Covid-19

De acordo com as últimas informações divulgadas pelos órgãos de saúde, atualmente, o Brasil registra 12.573.615 de pessoas infectadas, e as mortes em decorrência da doença já chegam em 313.866 no país.  

Em 1º de dezembro de 2019, o primeiro paciente apresentava sintomas do novo coronavírus em Wuhan, epicentro da doença na China, apontou um estudo publicado na revista científica The Lancet em fevereiro deste ano.  

De lá pra cá, a doença já infectou 127.720.218 de pessoas ao redor do mundo, totalizando mais de 2.793.564 de mortes.